brumadinho’s aftermath.

[EN] A mining waste dam owned by Vale SA collapsed in Brumadinho, Brazil, in January 25, 2019, killing 270 people. The company agreed to compensate the victim's families and other residents in Brumadinho with large amounts of money, prompting a frenzy of consumption among locals. Nine months after one of the biggest environmental disasters in the world, the region is changed. The Paraopeba River is still contaminated. The population has grown, as well as the sales of antidepressants and sleeping pills. Brumadinho will never be the same.

Link for the article: Vale Showered Cash on the Mining Town It Buried. Now It’s Pulling Out.

Brumadinho, Brazil - November, 2019.
Maíra Erlich for The Wall Street Journal

[PT] Na sexta-feira, 25 de janeiro de 2019, a barragem da mina do Córrego do Feijão se rompeu em Brumadinho, Minas Gerais. A lama de rejeitos devastou boa parte da região e matou 270 pessoas. A Vale S.A, mineradora responsável por esse que foi um dos maiores desastres ambientais do mundo, ofereceu uma quantia em dinheiro para os familiares das vítimas, além de um salário mínimo para todos os moradores da região. Pouco mais de 9 meses após a tragédia, muita coisa mudou em Brumadinho. O rio Paraopeba continua com vestígios de contaminação. O poder aquisitivo da população cresceu, aumentando o consumo e a quantidade de automóveis nas ruas. O dono de uma farmácia relata que também a venda de antidepressivos e ansiolíticos está maior. Brumadinho nunca mais será a mesma.

Link para a matéria: Vale Showered Cash on the Mining Town It Buried. Now It’s Pulling Out.

Brumadinho, Brasil - Novembro, 2019.
Maíra Erlich para o The Wall Street Journal